NOSSAS VIAGENS

COMUNIDADE & EX-ALUNOS?

Nossos cursos destacam-se pela qualificação dos executivos que deles participam e pela rede de relações profissionais criadas durante e depois desta experiência. Conexões fazem parte do seu dia-a-dia, muitas vezes direcionando o rumo de suas carreiras, ampliando suas perspectivas futuras. A associação de alunos e ex-alunos congrega integrantes desde a 1ª turma do MBA, em atividades de networking e projetos profissionais e sociais de amplo significado.

DEPOIMENTOS:

screen-shot-2016-10-11-at-11-25-31-pmArea Head LATAM e presidente da indústria farmacêutica Takeda no Brasil, Ricardo Marek considera que um executivo bem-sucedido é aquele que gosta de lidar com pessoas e sabe motivá-las, o que requer múltiplas competências e habilidades. “É preciso ter resiliência e persistência para superar as dificuldades e frustrações, disciplina e respeito às regras, além de conseguir ter visão estratégica para tomar as melhores decisões”, diz ele, destacando a importância da preparação acadêmica para a evolução profissional. Foi o que Ricardo buscou e encontrou no MBA Executivo Internacional da FIA, como ele conta no depoimento que você pode conferir na íntegra.

“Além do MBA Executivo Internacional do Profuturo FIA, aprimorei meus estudos focado em Finanças e Gestão de Marketing Internacional pelas Universidade de Michigan (Finanças) e pela Universidade da Califórnia (UCLA). Recentemente, fiz uma reciclagem em Estratégia pelo INSEAD-França.

Atualmente, atuo como Area Head LATAM & Presidente da Takeda no Brasil. Antes de ingressar na Takeda, passei por organizações como a Organon International, nos Estados Unidos, na qual fui diretor executivo de Finanças; e o Grupo Akzo Nobel, no qual atuei como presidente e vice-presidente de Finanças, entre outras companhias. Para mim, um executivo bem-sucedido é aquele que gosta de lidar com pessoas e sabe motivá-las, porque não se faz absolutamente nada sozinho. É um papel amplo, em que você precisa entender de culturas, ser multidisciplinar, além de conhecer profundamente o direcionamento estratégico da organização. Como em um jogo de golfe, é preciso ter resiliência e persistência para superar as dificuldades e frustrações, disciplina e respeito às regras, além de conseguir ter visão estratégica para tomar as melhores decisões. Não é sorte. É treino! O mesmo acontece com nossa carreira. A preparação acadêmica é fundamental para evoluirmos como profissional.

Nesse ponto, acredito que o MBA Executivo Internacional do Profuturo FIA me apoiou em todos os pontos que mencionei e me possibilitou a abertura de novos horizontes, com ampliação do conhecimento técnico e fortalecimento nas áreas que domino. O nível dos participantes proporciona uma rica discussão sobre negócios, rumos estratégicos e decisões críticas, além de criar uma excelente rede de relacionamentos local e internacional.”

screen-shot-2016-10-11-at-11-32-06-pmClaudio Lavareda Santos é um médico encantado com o mundo dos negócios. Atuando em indústria farmacêutica, foi esse encanto que, em 2005, o levou ao MBA Executivo Internacional do Profuturo da FIA. Queria conhecer de maneira mais estruturada e holística o “tal management”, como ele diz. O curso lhe proporcionou mais que isso. “Não só pude cumprir todos esses objetivos, mas também crescer como pessoa e profissional”, diz Claudio, hoje Senior Global Medical Affairs Leader da companhia de biotecnologia YourEncore, baseado na Califórnia. Ele destaca, sobretudo, a troca de experiências e perspectivas sobre o mundo dos negócios e as viagens de estudo à China, França e Reino Unido, que o fizeram ver o mundo sob uma nova perspectiva. Foram vivências e conhecimentos valiosos para sua carreira, como Claudio conta no depoimento que você pode conferir na íntegra.

“Lembro como se fosse ontem. Cheguei à FIA para minha entrevista com o professor James Wright, dentro do processo de seleção para o MBA Executivo Internacional. O professor queria entender quais eram meus objetivos como médico da indústria farmacêutica ao fazer a aplicação para o curso. Sempre trabalhei muito próximo à área de negócio e me encantava aquele mundo completamente diferente daquele ao qual eu havia dedicado 11 anos de minha vida em formação médica na Escola Paulista de Medicina (atualmente integrada à Unifesp). Queria conhecer mais. Queria entender de uma forma mais estruturada e holística o que seria o tal ‘management’. Não só pude cumprir todos esses objetivos, mas também crescer como pessoa e profissional. Fiz novos amigos, gente vinda de áreas como RH, petróleo, gás e inteligência na área da aviação, dentre tantas outras. Esse convívio foi muito enriquecedor. A troca de experiências e perspectivas sobre o mundo dos negócios e as realidades brasileira e internacional me encantavam. As viagens à China, a Lyon, na França, e a Cambridge, no Reino Unido, me fizeram ver o mundo sob uma nova perspectiva. Naquela época, entre 2005 e 2006, eu ocupava a posição de diretor médico regional para Brasil e Cone Sul de um grande laboratório farmacêutico. Em 2010, assumi a posição de diretor sênior regional para América Latina de uma biofarmacêutica recém-chegada ao Brasil e à América Latina. Tinha por desafio criar e desenvolver a área de Medical Affairs na região a partir do nada ou quase isso. Em nove meses, já havia cerca de 20 profissionais médicos trabalhando na região, processos e projetos implementados. Veio então um novo desafio, na mesma empresa, mas agora como gerente geral para a subsidiária brasileira. Hora de pôr em prática o que havia aprendido no meu MBA. Foram dois anos e meio muito intensos, mas de resultados fantásticos. A empresa mais que duplicou seu faturamento, tornou-se a quinta maior operação em vendas e recebeu prêmios globais por seus projetos. Orgulho-me muito pelo fato de ter sido praticamente nula a perda de talentos durante a minha gestão. Éramos um time. Surgiu então a possibilidade de mudar com a mesma companhia para os Estados Unidos, agora de volta à área médica, numa posição global. Após seis meses, assumi a posição de vice-presidente de Medical Affairs para área Internacional, cobrindo todas as regiões e países fora os Estados Unidos. Mudei-me para Zug na Suíça. 2015 chegou e, com ele, a minha vontade de voltar para os Estados Unidos, o que fiz. Hoje estou na Califórnia, trabalhando para uma das maiores Biotechs, responsável pelo lançamento de um de seus medicamentos mais importantes na região intercontinental. Mas não é só de trabalho que se vive. Eu, minha mulher e meus dois filhos adoramos viajar, conhecer novas culturas. Fizemos juntos sete grandes viagens. Prático yoga e corro 5 quilômetros. Nunca fui atleta, mas preciso mostrar para meu corpo que estou vivo. Adoro minha mulher e meus dois filhos. Um já formado em Cinema na Inglaterra. O mais novo está cursando Filosofia em Cambridge. Ah, adoro chocolate!”

screen-shot-2016-10-11-at-11-40-48-pmMarcelo Fogaccia, ex-aluno do MBA Executivo Internacional do Protufuro da FIA, vem pautando sua carreira em torno de dois conceitos-chave: inovação e desafio. Foi assim desde seu primeiro de emprego, na Itautec, até chegar à Bristol-Myers Squibb, onde responde pela Gerência de TI e comanda projetos especiais, como o do sistema de CRM regional. Os conteúdos e vivências proporcionados pelo MBA continuam sendo valiosos. “Utilizo diariamente esses conhecimentos na implantação e operação do novo sistema”, conta Marcelo no depoimento que você pode conferir na íntegra.
“Mesmo antes do MBA Executivo Internacional, minha trajetória já era pautada pela inovação e por desafios em todas as empresas pelas quais passei. Na Itautec, minha primeira oportunidade profissional, fui responsável pelo desenvolvimento de software para os caixas eletrônicos para implantação do Banco Itaú na Argentina; na Tecnet, pelo desenvolvimento de um novo sistema digital para captação e exibição de imagens, considerado um case de sucesso pela Apple; na NCR, pelo desenvolvimento de software para caixas eletrônicos do HSBC; e no Grupo Fleury, pela reformulação geral dos sistemas.
O MBA da FIA veio para alavancar essa história e complementá-la com teoria e prática, a partir da troca de informações com professores e colegas de altíssimo nível. Tanto quanto as aulas, essa troca de experiências com os colegas e a vivência de quatro viagens internacionais (China, Estados Unidos, Índia e Europa) serviu para abrir as portas para uma carreira internacional.
Hoje, na Bristol-Myers Squibb (BMS), utilizo diariamente esses conhecimentos na implantação e operação de um novo sistema de CRM em nível regional, com o qual interajo com equipes multinacionais e multiculturais.
Permeando essa história, também me preocupei com o caráter social, por meio da participação ativa nos comitês de responsabilidade social do Fleury e da BMS, com destaque para o Projeto Pescar, no Fleury, onde jovens em condição de vulnerabilidade eram treinados e habilitados para trabalhar como atendentes.
E como a vida não é composta apenas de trabalho, e o equilíbrio é essencial, cuido de minha saúde física e mental com hobbies como tênis de mesa, paraquedismo e passeios de motocicleta.”
Sucesso Marcelo!

screen-shot-2016-10-11-at-11-50-51-pmRicardo Barros é nosso ex-aluno da turma 44 e comenta sobre o processo de decisão em ingressar e cursar um MBA: “A decisão de cursar o MBA Executivo Internacional no Profuturo-FIA se deu pela reputação da instituição e pelo networking proporcionado. Durante todo o curso, tive a oportunidade de interagir com executivos de empresas de diversas indústrias e “start-ups”, que agregaram conhecimento e ampliaram minha visão de negócios. O MBA Executivo Internacional trouxe aspectos atuais do “executive management”. Os módulos internacionais proporcionaram uma experiência singular, trazendo uma visão estratégica com outras perspectivas culturais e econômicas. Toda esta bagagem possibilitou uma evolução profissional, abriu portas e potencializou minha ascenção de carreira, resultando em uma movimentação importante para este processo”. Ricardo Barros tem formação e pós-graduação em administração de empresas, com ênfase em Marketing, pela EAESP/FGV e MBA Executivo Internacional pela FIA. Sua carreira é focada no mercado de tecnologia, trabalhando em grandes empresas multinacionais e nacional. Começou sua carreira na PeopleSoft, onde ficou 4 na área comercial. Em seguida, trabalhou 10 anos na Microsoft, onde trabalhou com vendas e marketing. Foi responsável pela expansão comercial das ofertas de Serviços da empresa. Em 2006, migrou para a área de Médias e Pequenas empresas da Microsoft, onde foi responsável por plataformas de expansão geográfica e desenvolvimento de parceiros. Migrou para IBM em 2011, onde foi responsável pela estratégia de geração de demanda para ISVs da empresa. Em 2012, ingressou na Linx S.A., sendo responsável por todas as ações e GTM da empresa com resultados de crescimento anual na casa de dois dígitos. Hoje, é Diretor de Marketing América Latina para a unidade de Middleware na Oracle, responsável pela estratégia de marketing e comunicação destas soluções. Nossos votos de muito sucesso para você Ricardo!

screen-shot-2016-10-11-at-11-55-57-pmCelso Torino, engenheiro elétrico de formação e ex-aluno do MBA Executivo Internacional, Turma 36, construiu praticamente toda a sua carreira na Itaipu Binacional, onde ingressou em 1989. Desde que assumiu a Superintendência de Operação, em 2010, Celso vem colhendo resultados positivos, expressos em recordes mundiais anuais de produção e na reconquista da liderança global em produção de energia. Nessa jornada, Celso destaca um elemento-chave: os conhecimentos obtidos no MBA da FIA que “permitiram entender que a eficiência e otimização dos resultados passam pela compreensão da visão empresarial, da cultura do desempenho e do uso de estratégias e métodos, além da excelência na execução.” www.fia.com.br/executivo

Confira o depoimento: “Ao longo da minha carreira, venho estudando formas de aprimorar os processos de operação, com sinergia eficaz entre estratégia, produtividade e produção. O MBA Executivo Internacional da FIA ampliou muito minha visão prática na adoção de medidas estratégicas para a melhoria dos resultados da produção de forma sustentável. É um trabalho feito com a colaboração de equipes internas, apoio da diretoria e parcerias externas.
Estudei Eletrônica no Cotec/Unesp, em Guaratinguetá, e me formei em Engenharia Elétrica na UERJ. Trabalhei primeiro na Geotécnica e, depois, em Furnas. Efetivamente, minha carreira começou em 1989, como engenheiro de estudos elétricos na Itaipu. Divido esse período em três fases. A primeira, a do especialista que contribui para questões técnicas e específicas no negócio de produção de energia. Nela, tive o privilégio de fazer uma especialização em Automação de Sistemas Elétricos de Potência, numa parceria entre o grupo Eletrobrás e a UFBA.
Já a segunda fase, de extrema riqueza profissional, foi quando assumi função gerencial na área de Operações, com desafios que incluíam um leque de relações humanas dentro e fora da empresa. Embora tenha sido uma fase crucial para uma percepção ampla da cadeia de valor e das diversas unidades funcionais relacionadas ao processo de escoamento de energia, a atuação ainda era operacional, com capacidade limitada de influência nos níveis mais estratégicos da empresa.
Coincidentemente ou não, a transição dessa fase para a atual ocorreu durante minha participação no MBA da FIA. Lembro-me de uma questão que tinha na cabeça quando fui para o MBA em 2010: por que Itaipu não havia elevado sua produção de energia após a instalação de mais duas unidades geradoras, em 2007?
Obviamente, é preciso considerar a grande complexidade do processo produtivo de uma hidrelétrica. A quantidade de variáveis é relevante, os recursos restritivos de capacidade extrapolam os muros da empresa e, no nosso caso, os fatores binacionais são parte determinante do todo. O Brasil tem mais de 3 mil plantas de energia, das quais apenas 20 respondem por uma parcela acima de 1% desse mercado. O segundo maior produtor detém 7%, e Itaipu, a “número um” no Brasil e no Paraguai, responde por 17% do consumo brasileiro de eletricidade e 75% do consumo paraguaio. Com essa importância estrutural e complexidade natural numa gestão binacional, aprimoramentos no processo de produção da usina de Itaipu exigem uma boa dose de conhecimento e suor.
Retornei do MBA na FIA com uma visão prática ampliada. Os conhecimentos obtidos tanto nos debates com o corpo docente quanto com os colegas que detinham experiência similar à minha em setores distintos permitiram entender que a eficiência e otimização dos resultados passam pela compreensão da visão empresarial, da cultura do desempenho e do uso de estratégias e métodos, além da excelência na execução.
Após cinco anos no cargo de superintendente de Operações e da conclusão do MBA na FIA, tenho orgulho de relatar que a Itaipu bateu, de forma consecutiva e inédita, dois recordes mundiais anuais de produção, em 2012 e 2013, com 98,3 e 98,6 milhões de MWh, respectivamente. A escassez hídrica do biênio 2014/2015 não nos permitiu bater recordes. Em compensação, tivemos o melhor índice de produtividade, com 99,3% em 2014.

Já, em 2015, Itaipu produziu 89,2 milhões de MWh e recuperou a marca de maior produtora anual, perdida em 2014 para a espetacular usina chinesa Três Gargantas. No acumulado histórico, Itaipu atingiu 2,3 bilhões de MWh, marca que lhe confere a “liderança mundial em produção de energia”. Em 2016, já temos o melhor trimestre da história, com mais de 25 milhões de MWh. Posso e devo dizer que as minhas contribuições, com os conhecimentos trazidos da FIA, compõem apenas uma parcela dos esforços de todos os empregados, brasileiros e paraguaios. Mas tenho necessariamente que reconhecer: estudar na FIA foi uma boa escolha!